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MOVEIS COLONIAIS DE ACAJU - COMPLETE 'CD' ''BRA''

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Disponibilidade: Esgotado

R$35,00

Descrição rápida

01 Adeus: Acho que fomos felizes ao colocá-la em primeiro. É bonita, uma das minhas preferidas. E, de fato, é nela que podemos ver alguma influência de Sigur Rós. Muita gente comenta também em ser simplesmente uma letra de amor, mas, na verdade, estão certos aqueles que dizem ser sobre a relação da banda com o público.

02 Lista de Casamento: É a mais antiga entre as 12. Surgiu de uma ideia de fazer um ska com Franz Ferdinand, do Leo, antigo guitarrista. E ele também já tinha, antes da letra, o refrão na cabeça – “Eu tenho quase certeza de que estou no lugar errado, mas se eu não me engano, eu posso estar enganado”.

03 O Tempo: Essa foi uma música em que o Miranda foi muito importante. Ela tinha andamentos e uma introdução diferente. Ganhou força e se tornou uma grande canção. Sobre influências, o Claudio Szynkier (da TramaVirtual) falou em bandas que buscam a sonoridade do Beach Boys. O Beto estava ouvindo bastante o “Pet Sounds”. O Fabio cita bem o Polyphonic Spree.

04 Cão Guia: Testamos “Cão Guia” em alguns shows, ainda no ano passado. Não tínhamos toda a letra, somente alguns versos iniciais e o André cantarolava o restante. Assim como em todo o disco, as guitarras ganharam muita força na gravação. E, posteriormente, nos shows também. Gosto bastante dela!

05 Descomplica: Foi a última que fizemos para o “C_mpl_te”. Alguns dizem que ela melhor sintetiza o que é a banda – tanto no processo de composição quanto no resultado final. É uma das preferidas da banda.

06 Café com Leite: Por algumas vezes, essa música foi jogada pra escanteio. Demorou um pouco pra entender qual era uma boa roupagem pra ela. Quando fomos mostrar para o Miranda pela primeira vez, estávamos um pouco descrentes. Quando terminou a audição, ele disse que era uma das preferidas. Pra mim, destaque pra linha inicial de barítono do esdras e solo de tenor do Paulo.

07 Pra Manter ou Mudar (a do piano): Ela começou somente com um arranjo voz e piano e inicialmente iria ter uma levada meio big band dos anos 30. Musicalmente, o refrão conduz o restante. A letra é um capítulo à parte. Surgiu em partes e, possivelmente, foi uma das mais demoradas a ser concluída. O começo se deu em uma viagem pra Ilha Solteira para apresentação em um festival univesitário, e o fim, um dia antes de entrar em estúdio.

08 Bem Natural: Essa foi composta bem no meio do processo todo. A gente estava um pouco travado com algumas músicas e em uma semana iríamos mostrar algo novo pro Miranda. Coisa que não tínhamos!!! A única música do disco que tem vocal do Beto e do André cantando junto quase toda a música. Acho que ela reflete bem o que o Miranda queria quando passou um monte de punk rock pra ouvir. Simplicidade e foco em linhas de sopro. Sem frescurinnhas… Gosto bastante da levada da batera. Tem uma malandragem aí, já que a gente pegou uma levada upbeat e a desdobrou. Ficou meio… half beat?

09 Falso Retrato (Uhu): Ganhou muita personalidade dentro de estúdio. Tem ótimos riffs de guitarra e timbres de teclado. Pra mim, tem uma coisa de Queens of The Stone Age com Paulo Moura… a letra do refrão veio durante a gravação de sopros. Ia ser somente uma parte instrumental.

10 Cheia de Manha: A terceira a ser composta para o disco, também faz parte das músicas ditas antigas. Adoro a letra. O Miranda trouxe novas idéias principalmente para a timbragem de teclados. Muita gente pensa que a música foi feita pra Maísa (apresentadora mirim). Mas, a música foi composta antes. Mas se ela topar fazer um clipe, a gente aceita, né Silvio?

11 Sem Palavras: A gente já tinha gravado essa música no estúdio da Trama, em 2007. A nova gravação tem beat diferente, e principalmente, linhas diferentes de guitarra. Uma das minhas preferidas. Acho a interpretação do André bem doída e bem boa!

12 Indiferença: Foi a penúltima música do disco a ser composta. Assim que a começamos a tirar, o Bc a definiu como uma música do Bad Religion com mais “Mojo”. A vibe meio hippie do final foi resultado de brincadeiras com ritmos e melodias que fizemos em um ensaio. A parte final também foi composta pensando em possíveis interações com o público.

MOVEIS COLONIAIS DE ACAJU - COMPLETE (Baratos Afins)

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Detalhes

Exagero dizer que os brasilienses do Móveis Coloniais de Acaju é a melhor banda nacional atualmente? Talvez. Mas a banda tem a coroa no quesito melhor apresentação ao vivo, já virou lugar comum comentar as apresentações da banda. É uma verdadeira festa. A interação dos 11 membros da banda, o carisma do vocalista Andre Gonzales, os belos arranjos de metais e o clima de circo, tudo coopera para criar um universo alternativo durante as apresentações da banda. O Brasil é recheado de boas bandas, mas o Móveis Coloniais de Acaju é uma das melhores surpresas que o rock nacional revelou nos últimos anos. O segundo trabalho de estúdio da banda ganhou o nome de C_MPL_TE e a produção ficou por conta do polêmico Miranda. Se havia uma certa apreensão em saber se André e cia conseguiriam superar o album de estréia, todas as dúvidas se dissiparam após a faixa “Adeus”, a primeira das 12 canções novas e que vão animar a galera nos próximos shows do Móveis. Até o refrão da música me lembrou bastante o som do Monograma (BH) , mas depois a inconfundível mescla de sonoridades característica da banda. Não se pode dizer que o repertório contem apenas músicas inéditas: “Lista de Casamento” (consegue ser tão boa no disco quanto é ao vivo), “Sem Palavras” (a música foi considerada pela Rolling Stone Brasil como uma das 100 melhores canções nacionais de 2007) e “Cheia de Manha” (os teclados e o swing dessa música… ah…) já eram presença constante nos shows. Mas todas estão bem diferentes e melhores que as versões anteriores, principalmente “Sem Palavras” que parece ter tomado uma vitamina e soa melhor do que era antes. Os teclados realmente tiveram destaque no album inteiro, bem como as guitarras. O carro chefe de C_MPL_TE é a excelente “O Tempo”. A música é altamente contagiante, feliz e com uma letra romântica para todo mundo cantar juntinho. “Espero o dia que vem/Pra ver se te vejo/E faço o tempo esperar como esperei/A eternidade se passar/Nos meus segundos sem você” . Se não é a melhor letra do Móveis, entra facilmente na disputa de melhor letra. Aposto que entra na lista de melhores de 2009 da Rolling Stone. Fácil. Outra música que merece destaque é “Falso Retrato”. Timbre de guitarra agressivo, arranjos lindos dos metais e o baixo fazendo a “cama” para os instrumentos. E a letra? Sério que o Móveis Coloniais de Acaju é a razão que me fez pensar no quanto o Brasil não precisa mais do Los Hermanos. O talento individual de seus integrantes é bem mais significativo hoje do que a banda. O Móveis está se consolidando como o padrasto dos orfãos de Gram e Los Hermanos, mas preserva a sua identidade musical e originalidade peculiar. Vida longa para esses artistas! O restante do disco não deixou nada a desejar com o anterior e tudo só aumenta ainda mais a ansiedade para acompanhar os shows da nova turnê e dançar junto com a banda toda na já clássica: “Copacabana”.

Informações adicionais

Artista MOVEIS COLONIAIS DE ACAJU
Formato da Mídia CD
Formato CD
Gravadora TRAMA
Origem BRASIL
Nº de Faixas 12
Condição Novo
Código do produto 14802-CD

Tags do produto

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