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FABRICA DE ANIMAIS - ANO NOVO EM BAGDÁ 'CD' ''BRA''

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Disponibilidade: Em estoque

R$20,00

Descrição rápida

1- Ano Novo em Bagdá
2 - But Not Today
3 - Eu Tô Cansada
4 - Farra de Cicatriz
5 - Honey
6 - Pneumonia
7 - Puta Não Tem Nome
8 - O Que É Que Tem na Rua
9 - Sua Esposa Ligou
10 - Torto, Trôpego e Cambaleante

FABRICA DE ANIMAIS - ANO NOVO EM BAGDÁ       'CD'   ''BRA''

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Detalhes

Release; FÁBRICA DE ANIMAIS | O disco O nome é empréstimo de um romance de Edward Bunker, narrativa dos tempos do autor norteamericano na penitenciária de San Quentin, e a sonoridade é rock’n’roll bluesy para maiores. Trata‐se da Fábrica de Animais, banda da classe de 2007, que acaba de chegar ao primeiro álbum, registro homônimo. A estreia do quinteto paulistano, formado por Caio Góes (baixo), Cristiano Miranda (bateria), Fernanda D’Umbra (voz), Flávio Vajman (gaita) e Sérgio Arara (guitarra e voz), se dá pelo mítico selo independente Baratos Afins, capitaneado por Luiz Calanca, o responsável pela produção fonográfica. Ao longo do álbum, composições exclusivamente da banda, caso de “Ano novo em Bagdá”, “But not today”, “Honey” (a única em língua inglesa do registro), “Puta não tem nome”, “O que é que tem na rua?” e “Sua esposa ligou”, e os temas cometidos em parceria com o poeta Marcelo Montenegro, que divide com D’Umbra a assinatura do discurso de “Tô cansada” e “Farra de cicatriz”, e Ricardo Lacerad, do grupo Seminal, em “Torto trôpego cambaleante”. Produtor musical do lançamento, Arara responde por “Pneumonia”. Um repertório cujas letras cinematográficas mencionam personagens da paulicéia noturna, Nick Cave, Sonic Youth, Shakespeare, Luiz Melodia, entre outros. O projeto gráfico do disco é do baterista Cristiano Miranda, onde figuram retratos feitos por Patricia Barcelos e Luis Filipe Ogro. Já a ilustração da capa é uma criação de André Kitagawa, colaborador constante da Fábrica, que fez todo um estudo de crash‐tests , os testes de destruição, para chegar ao resultado que se vê no desenho. Feitas as devidas e breves apresentações, bem‐vindos ao peculiar universo da Fábrica de Animais, senhoras e senhores. Apreciem sem moderação Resenha: Disco de rock vigoroso o primeiro da Fábrica de Animais lançado pela Baratos Afins - altamente recomendável por este ser que vos escreve. Conheci a banda no ano passado por indicação da minha amiga Fabiana Vajman após ter assistido ao primeiro show da Saco de Ratos quando aqui estive a passeio. Semanas depois pude conferir de perto um show de rock poderoso como há muito não via por aí. Quando aqui cheguei, a sensação era de ter chegado no fim da festa; mas isto mudou quando conheci a Fábrica e a Saco de Ratos. Comentei isso com a Fernanda D'Umbra e ela, gentil e educadamente, disse-me que São Paulo está cheia de bandas legais. Deve ter mesmo Fernanda, mas é que no momento estou satisfeito com a minha trilha sonora por essas plagas. O disco começa com a pujante Ano novo em Bagdá, música daquelas que te faz apertar o repeat várias vezes. As canções têm boas letras e pegada forte. Fiquei impressionado com o vozeirão e a presença de palco da Fernanda, a vocalista da banda. Em tempos de bandinhas querendo posar de moderninho preocupados com o visual, a Fábrica de Animais tá aí pra provar que é possível fazer rock sincero e dos bons sem frescura. Despojado, direto e certeiro. Já ouvi três vezes agora de tarde, e ouvindo no volume máximo do meu headphone, Ano novo em Bagdá me fez até esquecer de almoçar, mas o meu prato predileto sempre foi música mesmo e essas coisas não me preocupam. De olho naquela garrafa de conhaque ali ao lado do meu pijama, penso que vou esticar mais um pouco essa audição e mais tarde brindar com os amigos vai ser uma ótima pedida. FÁBRICA DE ANIMAIS (a primeira crítica do disco) * Disco: daquelas gratas surpresas que estão se tornando cada vez mais raras na indie scene rock nacional, a estréia em cd cheio do quinteto paulistano Fábrica de Animais (Fernanda D’Umbra nos vocais, Sérgio Arara nas guitarras, Flávio Vajman na gaita, Caio Góes no baixo e Cristiano Miranda na bateria) mostra rock setentista (à la Stones e com um pé no blues) vigoroso, com ótimas intervenções das guitarras e da harmônica, que se imiscui com elegância nas melodias. As letras, em português, prestam vassalagem a crônicas sobre amores turbulentos e sobre enfiar o pé na lama em álcool e drogas na balada, ao som de rock’n’roll. Não há nenhum primor poético nelas, mas no todo o disco soa bem acima da média do que se ouve atualmente no pavoroso rockinho nacional. E fora que o grupo tem um trunfo poderoso: o vocal rasgado e absurdo de Fernanda, uma autêntica reencarnação da saudosa e inesquecível Cássia Eller. A banda lançou ontem (sábado) seu disco com show no Sesc Belenzinho (na zona oeste de Sampa). E a torcida é pra que surjam rápido mais datas ao vivo, pra galera conhecer o som do Fábrica, sendo que o cd pode ser encontrado lá na Baratos Afins (WWW.baratosafins.com.br ou 11/3223-3629), o selo responsável pelo lançamento – como sempre, mais uma bola dentro do grande produtor Luiz Calanca. por Humberto Finatti Zap´n´roll

Informações adicionais

Artista FABRICA DE ANIMAIS
Formato da Mídia CD
Formato CD
Gravadora BARATOS AFINS
Origem BRASIL
Nº de Faixas 10
Condição Novo

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